terça-feira, 4 de setembro de 2007

Tarefa 3

Roteiro do livro (parte 1)
1) Dados do autor:
biografia
bibliografia completa
2) Dados da obra:
Título completo da obra
Detalhes gerais (editora, edição, ano de publicação)
Síntese do enredo (geral e por capítulo).

8 comentários:

Prof. Amilcar Santos disse...

Caros alunos,
antes de se preocuparem com esta tarefa, façam as anteriores!!
Grande abraço, Amilcar

Unknown disse...

Tarefa 3

1) Biografia:
Nascido na aldeia de Mazalit, nas proximidades da antiga cidade de Meca, e cujo nome completo era Ali Lezid Izz-Edin Ibn Salin Hank Malba Tahan.
Seu nome verdadeiro era Julio de Melo e Souza, nascido no dia 6 de maio de 1895, carioca de família pobre e numerosa, e ainda menino já vendia composições prontas há colegas preguiçosos, no colégio Pedro II. Escrever, desde então, sempre foi sua especialidade: são, ao todo, sento e quinze obras, entre livros de matemática e de contos juvenis – “ o homem que calculava”, “Historias sem fim”, “Céu de Alá”, ” Mártires de Armênia”, que fascinaram pelo menos três gerações de adolescentes.
Ao adotas o pseudônimo Malba Tahan, criou uma biografia para o famoso escritor árabe.
Formado em engenharia civil, Melo e Souza preferiu dedicar-se ao magistério e a literatura. Lecionou no Instituto de Educação do Rio de Janeiro, onde instituiu uma nova disciplina, a arte de contar historias, para o aperfeiçoamento dos professores.
Foi educador no Serviço Nacional de Assistência para Menores e catedrático de matemática no colégio Pedro II, da Escola Nacional de Belas-Artes e da Faculdade Nacional de Arquitetura. Depois de esquecidos por algum tempo seus livros voltaram a circular a partir de 1984, e certamente irão encantar a nova geração. Esse homem, que contava com a admiração integral de um mestre da literatura infanto-juvenil, Monteiro Lobato, morreu em Recife, de enfarte, a 18 de julho de 1974. Traduzido para o Espanhol e Inglês, “ O homem que calculava” foi premiado pela Academia brasileira de Letras. Trata-se de um livro muito original, revela o profundo conhecedor da cultura de Islã e da ciência matemática. Em seus livros, triunfa uma visão que faz da ciência uma aventura tão maravilhosa quanto a mais imaginosa obra de ficção.
Antes de morrer, pediu que seu enterro fosse feito em um caixão de terceira classe, sem homenagem, flores ou coroas. A humildade foi uma constante na vida desse homem que escreveu tanto sobre os árabes e nunca foi ao Oriente Médio.

2) Bibliografia:
http://www.geocities.com/g10ap/matematicos/mat27.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlio_C%C3%A9sar_de_Melo_e_Sousa
http://www.champ.pucrs.br/matema/malba_tahan.htm
http://www.educacional.com.br/desafio/malbatahan.asp
http://paje.fe.usp.br/~etnomat/anais/CO14.html

3) CAPÍTULO 1:
Voltando de uma excursão da famosa cidade de Samarra, avistei um homem que fantasticamente contava ate milhões sentado em uma pedra. Perguntei o que significava aqueles enormes números, então ele começou a contar a historia de sua vida, para que pudera me explicar aqueles tantos de números.
CAPÍTULO 2:
Chamo-me Beremiz Samir e nasci na Pérsia, era pastor desde moço e para não perder meu emprego, contava o meu grande rebanho varias vezes ao dia.
Percebi que tinha muita facilidade, então comecei a contar pássaros em bandos.
Meu patrão sabendo de minhas habilidades me chamou para contar tâmaras, trabalhei com isso durante 10 anos, então patrão me deu 4 meses de licença e estou indo para Bagdá visitar uns parentes e ver as belas mesquitas. E para não perder o costume eu exercito pela viajem.
- Aquela árvore, por exemplo, tem duzentos e oitenta e quatro ramos.
- Que maravilha, você poderá ganhar muito dinheiro com sua habilidade, poderá calcular populações, exércitos e rebanhos. Você poderá exercer o cargo de vizir tesoureiro ou desempenhar funções da secretaria da fazenda muçulmana. Sou de Bagdá e poderei ajudar.
- Então vou para Bagdá com você.
Beremiz subiu no meu cabelo mais que depressa. Durante o percurso Baremiz ficava horas em silencio, e eu deixava-o sossegado, afim de não atrapalhar seus cálculos.
CAPÍTULO 3:
Com pouco tempo de viajem encontramos 3 homens discutido perto de um lote de camelo.
Meu amigo Beremiz perguntou do que se tratava e um dos irmãos foi logo explicando:
- Somos irmãos e recebemos como herança 35 camelos, porem não sabemos como dividi-los do modo em que meu pai queria: metade para o mais velho 1/3 para o do meio e 1/9 para o mais novo.
- Permita-me que eu junte aos seus esse belo animal e ajude a dividir com justiça- Disse Beremiz.
Não poderia admitir tamanha loucura, mas Beremiz me garantiu que sabia o que estava fazendo.
Beremiz então disse:
- iremos fazer a repartição, o filho mais velho recebera 18 camelos e sairá lucrando porque antes ganhará 17 e meio. O filho do meio ganhará 12 e sairá lucrando porque antes ganhara 11 e pouco. Já o filho mais novo ganhará 4 e sairá lucrando porque antes ganhará 3.
Após essa divisão sobraram 2 camelos, um pertencendo a mim por direito e outro a Bezemiz por ter resolvido o problema da herança.. Todos elogiaram Beremiz pela sua inteligência então ele disse a mim:
- Poderás agora seguir viajem no tem camelo, porque tenho outro especialmente para mim.
CAPÍTULO 4:
Três dias depois encontramos um homem ferido e socorremos o infeliz.
Chamava-se Salem Nassir e era um dos mais ricos mercadores de Bagdá e tinha sido atacado por alguns nômades.
Após contar-nos sua historia ele perguntou:
- Vocês têm alguma coisa para comer?
- Tenho 3 pães- respondi
- Eu tenho 5- afirmou o homem que calculava
Salem nos propoz uma sociedade e dão chegar em Bagdá pagaria 8 moedas de ouro ao pão que comer.
Quando chegamos em Bagdá logo um homem reconheceu Salem e preocupado com o amigo perguntou o ocorrido.
- Paga oito moedas de ouro aos forasteiros – pediu Salem.
Então Salem deu 5 moedas para meu amigo e 3 para mim.
- Perdão, mas a divisão não esta correta, você deve pagar 7 moedas para mim e apenas uma a Bagdali- Disse o homem que calculava.
Salem então pediu que ele explicasse.
Beremiz explicou com detales a divisão certa e convenceu a mim e a Samir que ele merecia as 7 moedas e eu apenas uma.
Com todas as moedas na mão meu amigo dividiu-las em duas partes iguais e generosamente me deu uma das partes.
Salem ficou impressionado com a inteligência do homem que calculava e sem mais rodeios contratou-o como seu secretario, e meu amigo se tornou um poderoso vizir.
RESUMO GERAL :
Voltando da cidade de Samarra, Bagdali encontroa Beremiz que tinha o dom de contar e calcular.
Ele nasceu na Pérsia e estava indo para Bagdá. Os dois decidiram ir juntos e Bagdali disse ajudar Beremiz a arrumar um emprego bom em Bagdá.
Durante a viajem Beremiz deu algumas provas de sua inteligência matemática e ajudando um poderoso empresário de Bagdá acabou ganhando um emprego como vizir.

Fernanda disse...

1.biografia:
J�lio C�sar de Melo e Sousa (Queluz, 6 de maio de 1895 � Recife, 18 de junho de 1974), mais conhecido pelo heter�nimo de Malba Tahan, foi um escritor e matem�tico brasileiro. Atrav�s de seus romances foi um dos maiores divulgadores da matem�tica no Brasil.

Formado pela Escola Nacional de Engenharia, lecionava Matem�tica no Col�gio Pedro II, no Rio de Janeiro. Em 1947 funda as revistas de recrea�o matem�tica Al-Karisme e Dami�o. Al�m de obras did�ticas, escreveu os romances O Homem que Calculava (1939) e O Livro de Aladim (1943).

Sua import�ncia na hist�ria da literatura e da educa�o brasileira � incontest�vel tendo sido lido, aclamado e reconhecido por gera�es inteiras.

J�lio C�sar era um educador preocupado com a forma como a matem�tica vinha sendo abordada em sala de aula e criticava os m�todos utilizados para trabalhar essa disciplina. Acreditava que a did�tica tinha de mudar, que a matem�tica n�o deveria ser vista como um bicho-pap�o, nem como uma disciplina sem vida que s� exigia dos alunos muita memoriza�o e treinamento.

Resolveu, ent�o, contribuir para mudar esse quadro e mostrar �s pessoas que a matem�tica pode ser uma divertida e desafiante aventura. Al�m de escrever livros, J�lio C�sar viajou por todo o Brasil para dar palestras a estudantes e defender a id�ia de que � poss�vel trabalhar a matem�tica de forma din�mica e criativa.

bibliografia:

http://www.geocities.com/g10ap/matematicos/mat27.htm

http://www.champ.pucrs.br/matema/malba_tahan.htm

http://matematizando.no.sapo.pt/Biografias/Malba_Tahan2.htm

2. T�tulo completo da obra:
O Homem que Calculava.
Detalhes gerais:
Editora Record
69� Edi�o
Ano de publica�o: 2006


S�ntese do enredo (geral e por cap�tulo):
Cap. 1.
Voltando de uma excur�o pela estrada de Bagd� Bagd�li avista um viajante sentado em uma pedra. O homem levanta e pronuncia vagarosamente:
- Um milh�o, quatrocentos e vinte e tr�s mil, setecentos e quarenta e cinco.
Sentou-se e em seguida ficou em silencio.
Momentos depois o homem levantou-se novamente e disse outro numero fabuloso. E assim levantou-se varias vezes e disse diversos n�meros de v�rios milh�es.
Bagd�li aproximou-se do viajante e o perguntou a significa�o daqueles grandes n�meros. E para lhe responder o viajante disse que teria de lhe contar toda historia de sua vida. E assim foi.
Cap. 2.
Chamava-se Beremiz Samir. Muito mo�o empregou-se como pastor. Todo o dia ao nascer do sol levava para o campo o grande rebanho, e era obrigado a traz�-lo ao abrigo antes de cair a noite. Como receio de perder alguma ovelha, contava-os v�rias vezes durante o dia. Adquirindo tal habilidade em contar. Assim passando a contar tamb�m p�ssaros, insetos, abelhas, formigas, e etc. Tornou-se habil�ssimo nessa arte.
Bagd�li achou toda aquela hist�ria de Beremiz inacredit�vel e o levou contigo para Bagd�.
Cap.3
Em poucas horas de viajem, ocorreu uma grande aventura digna de registro. Beremiz, com seu grande talento, colocou em pr�tica suas habilidades algebrista.
Por onde passavam, ouviram uma discuss�o entre tr�s homens e resolveram parar e saber o que estava havendo. E um dos homens falou:
- Somos irm�os, e recebemos como heran�a 35 camelos. Por vontade de meu pai devo receber a metade, meu irm�o Homed Namir deve receber uma ter�a parte, e ao Harim a nona parte. Por�m n�o sabemos como dividir.
Ent�o Beremiz encarregou-se de fazer essa divis�o. Entretanto somente iria faz�-la se ele pudesse juntar aos 35 camelos o belo animal que os levara at� l�. Os irm�os concordaram e assim foi resolvido o problema. Por�m sobrariam 2 camelos, um para Beremiz e outro � Bagd�li. E assim os dois continuaram a viajem.
Cap.4
Na estrada, mais a frente encontraram um outro viajante ca�do e ferido. Socorreram o infeliz e dele mesmo ouviram seu relato de aventura. Chamava-se Sal�m Nasair, era um dos mais ricos de Bagd�. E tinha sido atacado por uma chusma de n�mades persas do deserto. E assim, ap�s terem socorrido o mo�o, ganharam moedas, p�es e etc. E com tais palavras o homem que calculava, deixou, todos com sua arg�cia e invej�vel talento.

Geral: Do cap�tulo 1 ao 4, conta a hist�ria de uma certo viajante que passava pela estrada de Bagd� e encontra um homem que tem uma certa habilidade em calculos. E assim os dois viram grandes amigos e seguem juntos a jiavem para Bagd�.

Unknown disse...

Tarefa 3
1) Malba Tahan foi filho de professores, seu maior patrimônio eram os nove filhos, Júlio César nasceu no Rio de Janeiro, no dia 06 de Maio de 1895 e faleceu no Recife no dia 17 de Maio de 1974 (viveu 79 anos). Ele ia freqüentemente nas tertúlias onde costumava contar histórias. Suas histórias costumavam ter muitos personagens, alguns dos seus personagens tinham nomes esquisitos como Mardukbarian, Protocholóski, Orônsio e outros sem função no contexto. A infância tranqüila em Queluz, as peripécias de Júlio César e suas relações familiares foram mais tarde descritas pelo irmão escritor João Batista, no livro Os meninos de Queluz. Aos dez anos foi enviado pelo pai ao Rio onde deveria se preparar para o Colégio Militar. Coube a João Batista, por ser o mais velho, a tarefa de orientá-lo e mais que isso, fazê-lo estudar. Preocupado, escreveu certa vez ao pai informando sobre Júlio César:
Ele não foi bom aluno de matemática no Colégio Pedro II: chegando a tirar dois em uma sabatina de álgebra e cinco em uma prova de aritmética. Criticava violentamente a didática da época que classificava como o detestável método de salivação. Vocacionado para o magistério, concluiu o curso de professor primário na Escola Normal do antigo Distrito Federal e, depois se diplomou em Engenharia Civil pela Escola Politécnica em 1913. Iniciou suas atividades profissionais como servente e auxiliar interino da Biblioteca Nacional, privilegiada oportunidade de conviver com milhares de livros. A sua carreira de professor começou nas turmas suplementares do Externato do Colégio Pedro II. Depois, assumiu a docência na Escola Normal. Lecionou para menores carentes. Tornou-se mais tarde catedrático do Colégio Pedro II, do Instituto de Educação, da Escola Normal da Universidade do Brasil e da Faculdade Nacional de Educação, onde recebeu o título de Professor Emérito. Nas aulas, trabalhava com estudo dirigido, manipulação de objetos e propôs a criação de laboratórios de matemática em todas as escolas.
http://www.colegiolavoisier.com.br/Mate/Malba%20Tahan.htm
2) Capitulo 1
Depois de uma excursão no deserto de Samarra o viajante avistou um homem sentado em uma pedra, fazendo contas. E lhe perguntou porque ele fazia aquelas contas, logo ele começou a contar a historia de sua vida.
Capitulo 2
Contou que seu nome era Beremiz Samir e nasceu na Pérsia, trabalhava com pastor e contava rebanho varias vezes ao dia.
Então ele percebeu sua facilidade em fazer contas e começou a contar pássaros, folhas das arvores e varias outras coisas.
Quando seu patrão soube, chamou-lhe para contar tâmaras, trabalhou com isso durante 10 anos, agora o patrão lhe deu 4 meses de licença e estava indo para Bagdá visitar seus parentes. E para não perder o costume exercitava seu dom pela viajem.
Beremiz subiu em no camelo do viajante. Durante a viagem Baremiz ficava em silencio.
Capitulo 3
Depois de algum tempo de viagem, o viajante e Beremiz avistaram 3 homens discutido perto de alguns camelos.
Beremiz perguntou o que era e um dos irmãos logo explicou, que tinha recebido uma herança de 35 camelos, mas eles não sabiam como dividir do jeito que o pai queria:
metade para o mais velho 1/3 para o do meio e 1/9 para o mais novo.
Beremiz com sua habilidade se depôs a ajudar. Beremiz então disse:
- iremos fazer a repartição, o filho mais velho recebera 18 camelos e sairá lucrando porque antes ganhará 17 e meio. O filho do meio ganhará 12 e sairá lucrando porque antes ganhara 11 e pouco. Já o filho mais novo ganhará 4 e sairá lucrando porque antes ganhará 3.
Depois de todas as contas, sobraram 2 camelos, um que era do viajante e outro para Beremiz por ter resolvido o problema .Então seguiram viagem.
Capitulo 4
Três dias depois avistaram um homem ferido e ajudaram.
Chamava-se Salem Nassir e era um dos mais ricos de Bagdá e tinha sido atacado por nômades.
Após contar sua historia ele perguntou,se os viajantes tinham algo para comer.
Salem propôs uma sociedade, que ao chegar em Bagdá pagaria pelo pão que comer.
Quando chegaram em Bagdá um homem reconheceu Salem.E perguntou o que tinha acontecido.Salem pediu a esse homem que pegasse oito moedas de ouro, então Salem deu 5 moedas para Beremiz e 3 para o viajante.Logo Beremiz interronpeu falando que a divisão não estava correta. Salem pediu que ele explicasse, Beremiz explicou e convenceu o viajante e Salem . O calculista dividiu as moedas em duas partes iguais e deu uma das partes para o viajante.
Salem ficou impressionado com a inteligência de Beremiz e contratou-o como seu secretario.
Geral: Os capítulos contam a historia de um viajante, que ao voltar de uma excursão, encontra uma homem com habilidade em fazer contas, então assim os dois viram amigos e seguem viajem juntos.

Helena Tostes disse...

Tarefa 3

2)O homem que calculava
Capítulo 1

Um viajante indo a caminho da cidade de Samarra, avisto um homem sentado numa pedra pronunciando o número um milhão quatrocentos e vinte e três mil setecentos e quarenta e cinco.
Curioso o viajante aproximou- se do homem que calculava e o perguntou o que significava aqueles números, o homem explicou a ele que para poder responder aquela pergunta teria que contar a história de sua vida.


Capítulo 2

Beremiz Samir o homem que calculava começou a relatar a história de sua vida, disse que se chama Beremiz Samir e havia nascido na aldeia de Khói, na Pérsia.Ainda muito moço trabalhava como pastor a serviço de um rido Khamat.
Seu chefe viu o menino de o dom de calcular as coisas, assim encarregou- o da venda de seus frutos. Contente com o lucro seu chefe o concedeu quatro meses de repouso, Beremiz dessa forma agora está a caminho de Bagdá.
Depois que o homem que calcula contou sua história o viajante chamou para seguir viajem com ele, e Beremiz foi.

Capítulo 3

Já haviam viajado algumas horas quando viram três homens discutindo, Beremiz então resolveu parar e ajuda-los, perguntou o que ocorria e os três homens que eram irmãos disseram que como herança receberam cada um, um percentual de camelos, o irmão mais velho deveria receber a metade dos camelos, o do meio uma terça parte e o mais novo apenas a nona parte.O problema que eram 35 camelos.O homem que calculava exclamou que os ajudariam, acrescentou os 35 camelos o do viajante,assim seriam 36 camelos, 18 ficaram para o mais velho, 12 para o irmão do meio, e 4 para o mais novo, dos camelos 2 restaram um do viajante e como havia resolvido o problema o outro seria dele.

Capitulo 4

O Homem que calculava e seu amigo viajante encontram um homem “jogado” no chão parecendo um pobre mendigo, mas ao se aproximar e conversar , ele os conta que foi saqueado e que é um rico mercador, diz que comerá 8 pães e pagara 8 dinares por eles, o homem que calculava havia cinco e seu amigo apenas 1.

Helena Tostes disse...

Tarefa 3
2)Dados da obra:
Titulo da obra
O homem que calculava
Detalhes gerais
Editora Circulo do Livro

1)Biografia

Seu nome verdadeiro era Julio César de Melo e Sousa, nasceu no dia 6 de maio de 1895, carioca de família pobre e numerosa, vendia ainda menino suas composições para os colegas preguiçosos do Colégio Pedro II.Desde então escrever foi sua especialidade, já publicou cento e quinze obras, entre eles “O Homem que calculava”, “História sem fim”, Céu de Alá”, e muitos outros.
Julio adotou como pseudônimo a nome Malba Tahan, onde criou uma biografia para o escritor árabe.
Formado em engenharia civil preferiu dedicar seu magistério a literatura. Foi educador no Serviço Nacional de Assistência aos menores e catedrático no Colégio Pedro II e na Faculdade Nacional de Arquitetura.
Antes de morrer, pediu que seu enterro fosse feito num caixão de terceira classe. Era um homem onde a humildade era constante em sua vida.

Unknown disse...

1) Capitulo 1
Logo após uma excursão no deserto de Samarra
um viajante avistou um homem sentado em uma pedra, fazendo contas.
E lhe perguntou porque o motivo que o levva a fazer aquelas contas,
ai o homem começou a contar a historia de sua vida.

Capitulo 2
Ele contou que o seu nome era Beremiz Samir e nasceu na Pérsia,
trabalhava com pastor e contava o rebanho varias vezes ao dia.
Então ele percebeu sua facilidade em fazer contas e começou a
contar folhas de arvores, pássaros e varias outras coisas.
Quando seu patrão soube, chamou-lhe para contar tâmaras,
trabalhou com isso durante 10 anos, agora o patrão lhe deu 4 meses
de licença e estava indo para Bagdá visitar seus parentes.
E para não perder o costume exercitava seu dom durante a viajem.
Beremiz subiu em no camelo do viajante.Ao longo da viajem ele
ficava em silencio.

Capitulo 3
Após algum tempo de viagem, Beremiz e o viajante avistaram 3 homens
discutido perto de alguns camelos.
Beremiz perguntou o que era que estava acontecendo e um dos irmãos explicou, que tinha recebido uma herança de 35 camelos,
mas eles não sabiam como dividir do jeito que o pai queria:
metade para o mais velho 1/3 para o do meio e 1/9 para o mais novo.
Beremiz com sua habilidade de calculas se propôS a ajudar. Beremiz então disse:
- iremos fazer a repartição, o filho mais velho recebera 18 camelos e sairá lucrando porque antes ganhará 17 e meio. O filho do meio ganhará 12 e sairá lucrando porque antes ganhara 11 e pouco. Já o filho mais novo ganhará 4 e sairá lucrando porque antes ganhará 3.
Depois de todas as contas, sobraram 2 camelos, um que era do viajante e outro para Beremiz por ter resolvido o problema .
Então eles seguiram viagem.

Capitulo 4
Na estrada, depois de um tempo encontraram um outro viajante caido e ferido.
Se aproximaram do pobre moço e o socorreram. Chamava-se Salom Nasair, era um dos mais ricos de Bagdá, ele tinha sido atacado
por uma chusma de nômades persas do deserto. E assim, logo após de socorrer o moço, ganharam moedas, pae~s.




2) Dados da obra:
Titulo: O Homem que calculava
Editora: Record
44ª edição

3) Biografia:Malba Tahan foi filho de professores, seu maior
patrimônio eram os nove filhos, Júlio César nasceu no Rio de
Janeiro, no dia 06 de Maio de 1895 e faleceu no Recife no dia
17 de Maio de 1974 (viveu 79 anos). Ele ia freqüentemente nas
tertúlias onde costumava contar histórias. Suas histórias
costumavam ter muitos personagens, alguns dos seuspersonagenstinham
nomes esquisitos como Mardukbarian, Protocholóski, Orônsio e outros
sem função no contexto. A infância tranqüila em Queluz, as
peripécias de Júlio César e suas relações familiares foram mais
tarde descritas pelo irmão escritor João Batista, no livro Os
meninos de Queluz. Aos dez anos foi enviado pelo pai ao Rio onde
deveria se preparar para o Colégio Militar. Coube a João Batista,
por ser o mais velho, a tarefa de orientá-lo e mais que isso,
fazê-lo estudar. Preocupado, escreveu certa vez ao pai informando
sobre Júlio César: Ele não foi bom aluno de matemática no Colégio
Pedro II: chegando a tirar dois em uma sabatina de álgebra e cinco
em uma prova de aritmética. Criticava violentamente a didática da
época que classificava como o detestável método de salivação.
Vocacionado para o magistério, concluiu o curso de professor
primário na Escola Normal do antigo Distrito Federal e, depois
se diplomou em Engenharia Civil pela Escola Politécnica em 1913.
Iniciou suas atividades profissionais como servente e auxiliar
interino da Biblioteca Nacional, privilegiada oportunidade de
conviver com milhares de livros. A sua carreira de professor
começou nas turmas suplementares do Externato do Colégio Pedro II.
Depois, assumiu a docência na Escola Normal. Lecionou para menores
carentes. Tornou-se mais tarde catedrático do Colégio Pedro II, do
Instituto de Educação, da Escola Normal da Universidade do Brasil e
da Faculdade Nacional de Educação, onde recebeu o título de Professor
Emérito. Nas aulas, trabalhava com estudo dirigido, manipulação de
objetos e propôs a criação de laboratórios de matemática em todas as
escolas.

Paola disse...

Malba Tahan foi filho de professores, seu maior patrimônio eram os nove filhos, Júlio César nasceu no Rio de Janeiro, no dia 06 de Maio de 1895 e faleceu no Recife no dia 17 de Maio de 1974 (viveu 79 anos). Ele ia freqüentemente nas tertúlias onde costumava contar histórias. Suas histórias costumavam ter muitos personagens, alguns dos seus personagens tinham nomes esquisitos como Mardukbarian, Protocholóski, Orônsio e outros sem função no contexto. A infância tranqüila em Queluz, as peripécias de Júlio César e suas relações familiares foram mais tarde descritas pelo irmão escritor João Batista, no livro Os meninos de Queluz. Aos dez anos foi enviado pelo pai ao Rio onde deveria se preparar para o Colégio Militar. Coube a João Batista, por ser o mais velho, a tarefa de orientá-lo e mais que isso, fazê-lo estudar. Preocupado, escreveu certa vez ao pai informando sobre Júlio César:
Ele não foi bom aluno de matemática no Colégio Pedro II: chegando a tirar dois em uma sabatina de álgebra e cinco em uma prova de aritmética. Criticava violentamente a didática da época que classificava como o detestável método de salivação. Vocacionado para o magistério, concluiu o curso de professor primário na Escola Normal do antigo Distrito Federal e, depois se diplomou em Engenharia Civil pela Escola Politécnica em 1913. Iniciou suas atividades profissionais como servente e auxiliar interino da Biblioteca Nacional, privilegiada oportunidade de conviver com milhares de livros. A sua carreira de professor começou nas turmas suplementares do Externato do Colégio Pedro II. Depois, assumiu a docência na Escola Normal. Lecionou para menores carentes. Tornou-se mais tarde catedrático do Colégio Pedro II, do Instituto de Educação, da Escola Normal da Universidade do Brasil e da Faculdade Nacional de Educação, onde recebeu o título de Professor Emérito. Nas aulas, trabalhava com estudo dirigido, manipulação de objetos e propôs a criação de laboratórios de matemática em todas as escolas.

Fonte : www.colegiolavoisier.com.br

Cap. 1:
Durante uma excursão à Samarra, bagdáli avistou um viajante. De repente, este levantou-se e pronunciou: " Um milhão, quatrocentos e vinte e três mil, setecentos e quarenta e cinco ". Sentou-se, em seguida e novamente pôs-se a enunciar várias vezes outros números igualmente fabulosos. Sem entender, o bagdáli perguntou-lhe o significado daqueles números. O Homem que Calculava, para lhe explicar, teria de contar a história de sua vida. Então, narrou:
Cap. 2:
"Chamo-me Beremiz Samir e nasci na pequena aldeia de Khói, na Pérsia. Jovem, empreguei-me como pastos, e, todos os dias tinha que levar o rebanho ao abrigo antes de anoitecer. Com receio de perder algumas ovelhas, contava-as várias vezes ao dia. Aos poucos fui adquirindo habilidade,até chegar a contar pássaros que voavam céu afora e pequeninos insetos".
Trabalhou ao pé das tamareiras por dez anos, e com o grande lucro obtido, seu patrão lhe concedeu 4 meses de repouso. Foi, então, visitar Bagdá. Durante a viagem fez inacreditáveis contas. O bagdáli e o Homem que Calculava tornaram-se companheiros e amigos inseparáveis nessa jornada.
Cap. 3:
Os dois foram interrompidos, em sua viagem, por homens que discutiam ao pé de um lote de camelos. O inteligente Beremiz informou-se do que se tratava e encarregou-se de fazer a divisão de 35 camelos entre os três irmãos, de acordo com as vontades do falecido pai. Após ter resolvido o problema da herança, o calculista acabou recebendo, por direito, um camelo. E junto ao bagdáli prosseguiu a viagem.
Cap. 4:
Alguns dias depois, encontraram na estrada um pobre viajante que fora atacado por uma chusma de nômades persas do deserto, e milagrosamente conseguiu escapar. Perguntou-vos se tinham algo para comer. O bagdáli tinha três pães e o Homem que Calculava, cinco. O xeque sugeriu que fizessem uma sociedade e depois pagaria com oito moedas de ouro o pão que comer. Para cumprir a palavra, pagou-vos, porém o sábio Beremiz provou-vos que a divisão que o xeque havia feito não estava matematicamente correta. Mostrou a divisão lógica surpreendendo o vizir. Foi, por fim, convidado a ocupar o cargo de secretário.

Título completo da obra :O Homem que Calculava.
Detalhes gerais :Editora Record
69° Edição
Ano de publicação: 2006