quarta-feira, 19 de março de 2008

1ª. TEREFA 2008

Caríssimos,
depois de navegarem pelo blog dos alunos de 2007, espero que vocês tenham aproveitado o "passeio" e possam postar um comentário a respeito da produção deles.
Aguardo suas impressões....

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

o problema das abelhas



Livre interpretação a respeito do problema das abelhas citado por Beremiz. Página 274.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007




Livre interpretação a respeito da lenda que Beremiz Samir conta a respeito do surgimento do xadrez.
Por Helena Tostes

Nesta imagem há uma livre interpretação de trecho do capítulo 33, no qual o protagonista de "O homem que calculava", após resolver um problemas do califa, enfatiza a importância da mulher, do amor e da matemática.
Por Luiza Beling
Postagem de algumas animações da turma!

domingo, 23 de setembro de 2007

Tarefa 5

Após a leitura do texto abaixo, redijam um breve comentário posicionando-se, contra ou à favor de seu conteúdo. Exponha, no mínimo, 3 argumentos bem consistentes num texto de, no máxim 15 linhas.
E lembrem-se de relacionar seus argumentos com suas impressões sobre as poesias digitais, eletrônicas e midiáticas que vocês já viram nas tarefas anteriores!
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Quem lê poesia é mais inteligente, por Rodrigo CapellaRodrigo Capella (*)
http://www.comunique-se.com.br
O leitor de poesia não é qualquer leitor. Ele é, na grande maioria das vezes, bem mais inteligente e sensitivo do que o leitor de prosa. Ler obras com começo, meio e fim é muito fácil e chega a dar tédio. O difícil e atraente é captar a essência, o dinamismo e o significado dos versos, compostos por diversas sintonias e linguagens.
Tudo isso faz do leitor de poesia um leitor mais exigente e participativo. Não é raro ele ser o primeiro a perguntar e questionar determinada questão que está sendo debatida em um evento literário. Não é raro, também, ele se levantar, ir na frente de todos e ler um pequeno verso que escreveu. O leitor de poesia é, portanto, um poeta, enrustido ou consciente, mas ele é um poeta. Um ser apaixonado por poesia e flexível aos movimentos contemporâneos. Diferente do leitor de prosa, ele consegue enxergar tendências, captar informações únicas e vivenciar momentos puros. O leitor de poesia também é um grande escritor. Machado de Assis, Hilda Hilst e o criador de Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle, por exemplo, escreveram e publicaram poesia. Quem lê poesia é um leitor exigente, que entra em contato com o poeta para questionar, dialogar e propor, exercendo a democracia, que está fortemente enraizada no conceito poético. Freqüentemente, passo por experiências desse tipo em eventos literários e debates sobre meu último livro, "Poesia não vende". Leitores de várias partes do Brasil perguntam e enviam e-mails.
O leitor de poesia é também um leitor sincero e transparente. Aplaude quando gosta de um trabalho, questiona quando se sente atordoado e lamenta quando suas expectativas não foram atingidas. É um leitor que odeia marketing, não gosta das superexposições de livros e foge das obras mais vendidas. Ele quer novidades, quer descobrir novos poetas e quer compartilhar os seus momentos.
Tudo isso faz do leitor de poesia um verdadeiro revolucionário, que não tem medo de sair ás ruas, ler boa poesia e promover encontros, a base de vinhos, palavras e sugestões. O leitor de poesia não teme o amanhã, sabe, aliás, que precisa ser parceiro do futuro e, que junto com ele, pode valorizar a poesia. O leitor de poesia não teme lutar contra a maré, não teme enfrentar o mercado editorial, não teme as conseqüências da valorização da poesia. Aliás, luta por isso a todo instante, a cada dia, como se esse fosse um objetivo de vida, a principal das conquistas. Sabe que enfrenta obstáculos diários, tem consciência de que essa é uma luta sem fim e sem retorno imediato. Mas, sabe também que tudo tem um começo, tudo precisa de poesia. É graças a esses sentimentos e a esses leitores que a poesia persiste e vive, livre, leve e solta, em busca de patamares mais altos, de representatividade e, principalmente, de público, fiel ou não, adeptos ou não, poetas ou não. O que importa é que a poesia seja lida, como se fazia antigamente nos bares, lares e escolas.

(*) Rodrigo Capella é jornalista, escritor e poeta. Seu livro "Transroca, o navio proibido", vai ser adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer. Informações: www.rodrigocapella. com.br
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terça-feira, 4 de setembro de 2007

Tarefa 4

1) Crie um glossário com os termos desconhecidos - encontre o significado mais adequado de acordo com o contexto em que foram usados.
2) Identifique a localização do local onde os fatos se passam.
3) Pesquise a respeito da economia e da cultura do Oriente Médio.

Tarefa 3

Roteiro do livro (parte 1)
1) Dados do autor:
biografia
bibliografia completa
2) Dados da obra:
Título completo da obra
Detalhes gerais (editora, edição, ano de publicação)
Síntese do enredo (geral e por capítulo).

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Tarefa 2

visite o site: http://cetic.ufp.pt/
1) faça um resumo de 5 linhas de cada um dos conceitos ali presentes;
2) redija um texto de 20 linhas (no máximo) explicando tudo o que você entendeu navegando pelo site acima;
3) Partindo do conceito de Ciberliteratura e por suas observações, faça uma resenha crítica de 15 linhas (no máximo) a respeito dos rumos que a literatura vem seguindo.
Boa atividade! ! !

domingo, 19 de agosto de 2007

Tarefa 1

Caros alunos,
a) visitem o site: http://www.telepoesis.net/;
b) Façam um comentário a respeito da ciberliteratura;
c) escolham 2 poesias e comentem (detalhadamente) o que mais chamou a atenção.

Boa navegação!!!!